“Qualquer um se convence de que uma deslavada mentira é uma verdade absoluta depois de ouvi-la várias vezes contada por si mesmo.”
(Millôr Fernandes, gênio da raça)
“Nunca antes na história desse país tanta gente desperdiçou tanto tempo com o desfecho de uma ‘lenda’.”
(Josias de Souza, jornalista, fazendo chacota da deslavada mentira de Lula da Silva não ter qualquer interesse em acompanhar o julgamento do mensalão petista)
“A ‘farsa do mensalão’ de Lula vira realidade dura para o PT: João Paulo Cunha, ex-garoto de ouro do partido, deve ir para a cadeia. Luz no fim do túnel que leva ao final da impunidade.”
(Ricardo Setti, jornalista)
“Com que cara João Paulo Cunha continuará a frequentar a Câmara depois de ter sido condenado por corrupção? Com que cara ele conseguirá participar das reuniões da Comissão de Constituição e Justiça depois de tudo isso? Pede para sair, João Paulo.”
(Lauro Jardim, jornalista)
“A atitude de tolerância zero que a maioria dos ministros do STF está tomando com o caixa 2 vai melhorar muito o comportamento dos políticos, não por ética ou espírito público, mas por medo da Justiça e da cadeia.”
(Nelson Motta, articulista e agitador cultural)
“A metade de meus homens de governo não é capaz de nada e a outra metade é capaz de tudo.”
(Getúlio Vargas, ex-ditador)
“Como diria o nosso saudoso Zózimo, e o ministro Dias Toffoli, hein?! Este fez valer aquela velha máxima do Barão de Itararé: de onde menos se espera, dali mesmo... é que não sai nada.”
(Ancelmo Gois, jornalista)
“Lewando... para onde?”
(Paulo Guedes, jornalista)
“Lewandowski? Quem é?”
(Eros Grau, ex-ministro do Supremo, respondendo a repórter no Recife com uma pergunta incômoda e fulminante)
“Não importa o destino dado ao dinheiro, se foi gasto em despesas pessoais ou dívidas de campanha. Em qualquer hipótese, a vantagem não deixa de ser indevida.”
(Rosa Weber, ministra do Supremo, em seu voto inaugural no julgamento do mensalão, desmontando as mentiras apresentas como defesa pelo ainda deputado petista João Paulo Cunha, condenado por corrupção)
“A cada desvio do dinheiro público, mais uma criança passa fome, mais uma localidade fica sem saneamento, mais um hospital fica sem leito.”
(Luiz Fux, ministro do Supremo, em trecho do seu primeiro voto no julgamento do mensalão petista, reconhecendo que o esquema de corrupção petista desviou dinheiro público para irrigar as arcas do mensalão)
“Vivemos num país onde, quando existem sinais de mutreta, é quase certo que mutreta houve.”
(Luiz Garcia, jornalista)
“Estou disponível para tudo.”
(Marta Suplicy, depois de botar Lula da Silva de joelhos, prometendo apoio a Fernando Haddad)
“Acreditei que não estava cometendo nenhuma ilegalidade.”
(Luiz Pagot, ex-diretor do DNIT, admitindo, na CPI do Cachoeira, que pediu doações para a campanha presidencial de Dilma Rousseff enquanto ocupava cargo no governo)
“Tudo que se mexe pode ser driblado”.