quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A terceira guerra mundial

O texto abaixo foi retirado do blog "Macho, pero no mucho", e adaptado com personalidades que abarrotam o noticiário do ano novo.
Apesar de machista, é muito engraçado.
Divirtam-se:

O mundo sem homens

Há um livraço na praça. Trata-se de "O Mundo sem Nós", do jornalista Alan Weisman, que narra o que supostamente aconteceria com o nosso planeta se os homens desaparecessem da noite para o dia.
Weisman conversou com biólogos, zoólogos, astrofísicos, engenheiros, etc., em busca de respostas: em quanto tempo as grandes cidades desapareceriam tomadas por florestas? será que a natureza conseguiria retomar a velha forma ou estragamos pra sempre um ecossistema aparentemente perfeito?
A idéia é fascinante.
Pensar num planeta sem os homens - e entender como ele seria – explicita as coisas boas (?) e ruins que produzimos diariamente.
Com essa motivação na cachola, liguei para o nosso amigo no Paraguay, o professor José Ortiega Muñonez, especialista em meio ambiente macho e varonil.
Isso porque estou encucado com algumas pequenas que pedem o fim dos homens. Segundo algumas mulheres, nós não servimos pra nada e só prejudicamos o bom funcionamento do universo.
Assim, implorei para o professor Ortiega me enviar um cenário com o que poderia acontecer se os machos pegassem um vírus mortal e simplesmente sumissem.
Claro que pedi para considerar que bebês (meninas) continuariam a nascer graças à tecnologia.
Leiam o que ele enviou, considerando que as referências que antecedem cada texto é o número de dias sem a presença masculina.

1º DIA - Milhões de garrafas de cervejas explodem dentro dos freezers em todo o planeta. Dilma Roussef assume como a primeira-ministra mundial. Linhas telefônicas ficam congestionadas. As prateleiras de chocolates dos supermercados são saqueadas.

3º DIA - Metade das casas está às escuras devido a pequenos problemas elétricos (lâmpada queimada), carros são abandonados sem óleo e fluido de freio, clínicas de estética, academias e saunas gays fecham suas portas. "O Diário de Bridget Jones" é relançado e vende US$ 350 milhões no primeiro final de semana.

1º MÊS - Nascem as primeiras flores nos estádios de futebol. O Maracanã se transforma num imenso jardim; o futebol, o boxe e as touradas desaparecem do mapa; acontece a primeira grande epidemia de baratas, que se proliferam já que as meninas têm nojo de matá-las.
6º MÊS - Billy, a Garota, fabricante de dildos e vibradores, aparece no topo da lista das maiores celebridades do ano na revista "Big Shoe"; ocorre a segunda grande epidemia de baratas; "O Casamento do Meu Melhor Amigo" é relançado e US$ 850 milhões entram nas bilheterias em um dia.

1º ANO - Acontece o grande crack das bolsas – de valores, mesmo. Não há mais indústria bélica ou o turismo sexual; o mundo afunda na sua mais profunda crise financeira (fisicamente a mulherada está ótima); o fenômeno da menstruação global (com a convivência, todas têm seus períodos ao mesmo tempo) preocupa.

1 ANO E 1 DIA - No Brasil, surge uma pequena seita em homenagem a Caravéia, de Santa Cruz.

2 ANOS -  As Caraveletes (fiéis da Igreja Caravéia) publicam "O Evangelho Segundo Caravéia", que vende 1 bilhão de cópias em poucas horas. Vigílias pedem a volta do Salvador; o antigo Bahamas vira o maior templo de peregrinação do mundo; surge o movimento "Cansei… Da Falta de Homem"; protestos agitam o planeta.

3 ANOS - Após a terceira grande epidemia de baratas, parte das ruas está vazia (sabem como é, esse bicho é nojento); sem energia há muito tempo (ninguém sabe onde fica o gerador ou como trocar um fusível), mulheres queimam sutiãs para cozinhar e se aquecer; surgem boatos de que um homem careca, um caba de Timbaúba dos Batistas, professor de filosofia metido a poeta, foi visto andando no estranho caminho de Santiago; aparecem os primeiros delírios coletivos devido à falta de uma boa pirocada...

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