Se tivesse sido João Paulo II…
Passada a eleição, o comando da campanha de Dilma parou para avaliar o pronunciamento em que Bento XVI convocou os católicos a não votarem em candidatos defensores do aborto.
A conclusão foi que o discurso só não fez um estrago porque já era véspera da eleição, sem tempo para repercussão, e, sobretudo, por causa dos escândalos de pedofilia na Igreja.
Um integrante do alto clero de Dilma lembrou, aliviado, que, se o pronunciamento tivesse sido do carismático João Paulo II, a repercussão teria sido outra.
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